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outubro 09, 2010

Coisas que toda mãe deveria saber

Por Renato Vargens

Certa mãe tomou uma decisão: “Meu filho nunca será reprimido. Terá total liberdade para não ser um recalcado e inibido. Fará na vida o que bem entender. Sou contra a repressão”. Assim sendo, o menino foi crescendo livre, solto, à vontade. Tudo quanto queria era atendido. E não custou a dar trabalho... A própria mãe já o chamava de “meu adorável danadinho”. Os vizinhos o chamavam de “peste”. O apelido dele no bairro era “monstrengo”. E quando se reclamavam das diabruras do garoto, a mãe costumava dizer: “Criança é assim mesmo. Não reprimam”.

O garoto cresceu libertino, porque sua mãe lhe dava corda em tudo. Enturmou-se o garoto com a galera do bairro, outros adolescentes livres, da pesada. E quando a mãe menos suspeitava, foi chamada à polícia: Seu adorável libertino estava preso, comprometido com drogas, roubo à carro e estrupo. A infeliz mãe chorou lágrimas amargas... soltou demais o seu filho e Arrependida disse: “Hoje entendo porque meus pais me castigavam quando era menina. Filho solto dá no que não presta”. A Bíblia está certa quando diz... (Pv 22.15; 29.15)

Há pouco presenciei uma cena interessantíssima num shopping de minha cidade. Uma criança ao passar por um quiosque de uma famosa marca de sorvete gritou: - Mãe me dá um picolé? Sem titubear a jovem senhora lhe respondeu: - Não minha filha, você está gripada. Ao perceber que sua vontade tinha sido frustrada, a garotinha imediatamente começou a espernear dizendo: - Eu quero, eu quero, eu quero! Vendo o escândalo da menina, a mãe meio sem graça disse para os que estavam no local: - Ela quando quer uma coisa é fogo! E sem medir as conseqüências do ato, atendeu-lhe o pedido dando-lhe o sorvete.

Saber dizer “não” é um dos aspectos mais importantes na educação de crianças e adolescentes, todavia, o que se percebe é que pais e mães possuem uma enorme dificuldade de frustrar os desejos de seus rebentos. Uma das conseqüências disso é que ao se transformarem em jovens, tais indivíduos tornam-se impulsivos, incapazes de esperar, procurando a todo o custo a gratificação imediata e a satisfação dos seus desejos. Não é, pois de estranhar que, diante uma contrariedade imposta por um professor, chefe ou líder, a agressividade surja como uma reação natural.

Caro leitor, fazer a vontade dos filhos mesmo sabendo que isto possa substancialmente lhes prejudicar, contribui significativamente para a construção de um comportamento infantilizado onde sua vontade deve sempre prevalecer. Estipular limites para um filho é prepará-los para conviver com o mundo, e com as frustrações que fazem parte da realidade da vida.

Adonias um dos filhos de Davi trouxe-lhe inúmeros problemas, o que se deveu ao fato de que este nunca fora contrariado por seu pai. Por acaso, você já percebeu que pais que nunca contrariam seus filhos experimentam no futuro vultuosas tempestades?

Pais permissivos, sem que percebam contribuem para a deformação de caráter de seus filhos. Em contrapartida, disciplina e limites quando usados na medida certa corroboram para o amadurecimento bem como crescimento emocional daqueles que tanto amamos.

Fonte: Blog Renato Vargens

maio 10, 2010

Hipertensão na gravidez


Que mulher não fica ansiosa com a proximidade da chegada do filhote? Mas a ansiedade à flor da pele pode desencadear sintomas indesejados para mãe e bebê. Está comprovado que aliados ao peso, a fatores genéticos e a uma alimentação desequilibrada, o estresse e a ansiedade podem levar a um quadro de hipertensão arterial.

Os medos e incertezas de uma gravidez são uma verdadeira panela de pressão para a futura mamãe: estatísticas apontam que pelo menos 10% das gestantes sofrem de pressão alta. Além de dores de cabeça, cansaço, inchaço e palpitações, se a alteração na pressão não for tratada a tempo, o quadro pode agravar evoluindo para a eclampsia - principal causa de morte materna no país.

"A hipertensão ou pressão alta caracteriza-se pelo aumento da pressão arterial acima de 11 (na pressão mínima - diastólica)", revela a ginecologista e diretora do Centro de Endometriose São Paulo, Rosa Maria Neme. Até hoje são conhecidos três tipos de manifestação do problema durante a gestação: hipertensão crônica, hipertensão transitória e a DHEG (doença hipertensiva específica da gravidez).

"Quando crônica, a hipertensão arterial já existia antes mesmo da gravidez, continuou durante a gestação e até após", explica o obstetra Carlos Antônio Ferreira. "Já a hipertensão transitória surge durante a gestação e, como o próprio nome diz, tende a sumir até dois meses após o parto", completa o especialista. Quando a hipertensão surgida durante a gravidez (geralmente após a vigésima semana gestacional) evolui para um quadro mais grave trazendo riscos para mãe e bebê, temos a chamada DHEG que compreende a pré-eclampsia e a eclampsia.

Entendendo a eclampsia

Quando o aumento da pressão arterial ocorre no final da gravidez (a partir do quinto mês) e é acompanhada de sintomas como: "aumento de proteína na urina (espuma na urina), inchaço importante nas pernas, mãos e rosto, dores de cabeça e confusões visuais, estamos diante de um quadro de pré-eclampsia", revela Rosa. Falta de ar, cansaço, dores abdominais, menor presença de líquido amniótico no útero e redução do crescimento fetal são outros fatores que denunciam o quadro.

“Mesmo quando constatada antes da gestação, a hipertensão não impede uma gravidez. Basta o acompanhamento pré-natal regular para evitar o agravamento do caso”.

Perigosa, a pré-eclampsia pode evoluir para a eclampsia (aparecimento de convulsões) colocando em risco a vida da gestante e do bebê. "Nesses casos, a pressão sanguínea sobe de tal forma que diminui a quantidade de sangue que chega ao cérebro da mãe e conseqüentemente ao feto", explica Carlos. Quando isso ocorre, a interrupção da gravidez e/ou a indução do parto torna-se necessária. "Quando não se consegue controlar a hipertensão e ela oferece risco de morte fetal e complicações maternas, a cesárea torna-se necessária, pois com a retirada da placenta, o problema tende a desaparecer", justifica Rosa. No entanto, em casos mais leves, repouso e controle da pressão costumam ser suficientes.

Prevenir é melhor que remediar

A melhor forma de evitar as complicações da hipertensão arterial na gravidez é o diagnóstico precoce da doença durante o pré-natal. "Ele é feito através da aferição da pressão arterial e da dosagem de proteína na urina", explica Carlos. No entanto, uma alimentação equilibrada, a prática de exercícios físicos e a perda de peso podem dar uma mãozinha. "Sempre recomendamos que, associado ao uso de medicações anti-hipertensivas, a gestante leve uma dieta pobre em sal e sódio, aumente o consumo diário de líquido, pratique alguma atividade física e freqüente sessões de drenagem linfática", recomenda Rosa.

E ainda: "Evite o estresse, o consumo de bebidas alcoólicas e o fumo, pois estes fatores estão diretamente ligados a problemas do coração", acrescenta Carlos. Conhecer os grupos de risco para a doença também ajuda a mantê-la bem afastada. "Ainda que os motivos que levam à pré-eclampsia sejam desconhecidos, acredita-se que ela ocorra por uma alteração na formação dos vasos da placenta. Por isso, mamães de primeira viagem, adolescentes e grávidas de gêmeos têm mais chances de contrair o problema durante a gravidez", alerta Rosa.

Mesmo após o parto, o acompanhamento da pressão deve permanecer por até seis meses. Segundo estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, mulheres com pré-eclampsia têm quatro vezes mais riscos de desenvolver hipertensão arterial crônica e duas vezes mais chance de desenvolver doenças arteriais coronarianas mesmo após o nascimento da criança. Por isso, fique atenta! E não desista do sonho da maternidade. "Mesmo quando constatada antes da gestação, a hipertensão não impede uma gravidez. Basta o acompanhamento pré-natal regular para evitar o agravamento do caso", garante Rosa.

Fonte: Bolsa Mulher

maio 06, 2010

Origem do dia das mães

A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.

O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.

Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de "O Hino de Batalha da República".

Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A idéia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.

Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.

Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.

"Não criei o dia das mães para ter lucro"

O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse furiosa a um repórter, em 1923. Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.

Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem freqüentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.

Cravos: símbolo da maternidade

Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

No Brasil

O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

Texto compilado das seguintes fontes

- Pesquisa de Daniela Bertocchi Seawright para o site Terra,
http://www.terra.com.br/diadasmaes/odia.htm
Fontes / Imagens:
· Norman F. Kendall, Mothers Day, A History of its Founding and its Founder, 1937.
· Main Street Mom
· West Virginia Oficial Site

- O Guia dos Curiosos - Marcelo Duarte. Cia da Letras, S.P., 1995.
- Revista Vtrine - artigo - Abril, S.P., 1999

maio 05, 2010

Semana das mães - Sérgio Saas



Nesta data especial que se aproxima, eu deixo aqui uma pequena homenagem às mães. Em especial à minha que está tão longe, mas que sei que ela sabe o quanto eu a amo.

Claudia! Você é a melhor mãe do mundo.

maio 03, 2010

Dieta da grávida!


As grávidas costumam achar que podem comer em dobro, mas estão redondamente enganadas. Para fornecerem os alimentos necessários à formação do bebê, precisam comer duas vezes melhor, o que não significa dobrar a quantidade. A receita para uma gestação saudável é um cardápio variado com porções moderadas, suficientes para proporcionar as cerca de 80 mil calorias extras que são consumidas durante os nove meses. Sem precisar de cálculos complicados, o importante é ter bom senso e alguns conhecimentos nutricionais básicos.

"O ideal é uma dieta balanceada de proteínas, carboidratos, gorduras e sais minerais que seja fracionada em seis refeições diárias. Devemos sempre lembrar que a atividade física moderada é fundamental para o bem-estar das gestantes", afirma a obstetra Claudia Roxo, para quem o aumento de peso deve ser analisado individualmente, sendo que o padrão é oscilar entre 10 a 12 kg. Para todas, porém, a médica recomenda: "O acompanhamento do nutriconista deveria ser rotina".


“Deve-se evitar o consumo de carnes ou peixes crus, alimentos muito gordurosos, como creme de leite, maionese, frituras, molhos cremosos e queijos amarelos”.

Mamãe saudável, neném forte!

Anemia, eclâmpsia e diabetes são alguns dos problemas causados pela má alimentação que acometem primeiramente a grávida, mas podem afetar o desenvolvimento do feto e a saúde do futuro bebê. Por isso, durante o pré-natal, deve-se periodicamente checar se o estado nutricional da gestante está adequado, por meio de exames clínicos e de sangue, adotando-se, quando a avaliação médica julgar necessária, a suplementação por compostos de vitaminas.

Para entender como os alimentos agem no nosso organismo, vale saber que todas as vitaminas são naturalmente encontradas nos alimentos e responsáveis pela transformação e utilização de proteínas, carboidratos e lipídios no corpo. Quatro delas são prioritárias para mãe e feto: ferro, fundamental para o volume e a qualidade do sangue; ácido fólico, que estimula a multiplicação e renovação celular; cálcio, base para ossos e dentes; e vitamina D, para assimilar o cálcio.

As proteínas constroem os tecidos da nova criança, sendo que as de origem animal - carnes, aves, peixes, ovos e laticínios - têm valor nutricional maior do que as de origem vegetal - lentilhas, feijão, ervilhas e outros grãos. As carnes e os laticínios são, respectivamente, ricos em ferro e cálcio. Os carboidratos ou açúcares e os lipídios ou gorduras fornecem energia. Os primeiros, cuja carência causa a conhecida sensação de fraqueza por hipoglicemia, são o principal combustível do feto e se dividem em simples, presentes nos doces, e complexos, mais saudáveis e também chamados de amidos, presentes em pães, massas, arroz e batatas. Já os lipídios são encontrados nas carnes, óleos, manteiga e margarina.

Fonte: Bolsa Mulher

abril 28, 2010

Treino pesado no pós-parto pode prejudicar o leite materno

Muitas mulheres que tiveram um filho sofrem com o dilema da aparência: é quase unanimidade que todas querem perder os quilinhos ganhos com a gravidez. O ideal é que a mulher engorde até nove quilos durante a gestação. Mas, grande parte delas, costuma engordar mais. E diante de celebridades que voltam a aparecer em público, sorridentes com a mesma barriguinha de antes da gravidez, em poucas semanas depois de ganharem filho, muitas mulheres ficam tentadas a arriscar dietas malucas e pegar pesado nos exercícios para perder peso. Mas alto lá.

Quem acabou de ter um filho não pode achar que sairá da maternidade e irá direto para academia. De acordo com a ginecologista Carolina Carvalho, todas as mães que realizaram parto normal devem esperar 40 dias para voltar a fazer exercícios físicos. "Essa fase do puerpério (pós-parto), envolve o retorno dos órgãos à sua posição e forma originais. Sendo assim, a mulher não deve fazer grandes esforços nesse período de 40 a 60 dias, muito menos exercícios físicos", diz a médica.

Quem passa pelo parto normal costuma ter uma recuperação mais rápida, já que na cesariana, por causa do corte,da anestesia e do pós-cirúrgico, a mulher pode ficar com algumas dores na região da cicatriz (que costuma ser forçada na maioria dos exercícios físicos) e indisposta. "Em três meses, no máximo, há uma boa recuperação, mas nesses casos, é sempre válido consultar o médico", diz Carolina.


Leite materno comprometido

Toda mulher sabe que o aleitamento materno é uma forma natural de queimar calorias. E os exercícios físicos, quando excessivos, podem causar um comprometimento da composição química do leite da mãe. "O trabalho físico faz as células produzirem ácido lático, que prejudica a composição do leite materno, podendo causar cólicas no bebê", explica o médico fisiologista do exercício Raul Santo de Oliveira. Além disso, os horários em que o bebê mama não devem estar próximos ao treino. "A mãe deve amamentar antes de se exercitar para evitar que o volume dos seios não incomode ou atrapalhe a execução do exercício", diz Raul. Ou seja, para as lactantes, a regra é a moderação.

O treino da mamãe

Alguns exercícios são considerados mais apropriados para a fase do pós-parto, de acordo com a personal trainer Paula Loiola, como a caminhada, natação e o alongamento - mas sempre moderados. Uma boa dica é fazer a caminhada junto com o bebê, bastando 30 minutos por dia.

Assim, além de queimar calorias, ela encontra pessoas e coloca o bebê em contato com o ambiente externo. Atividades que forcem o abdômen devem esperar um pouco mais de tempo para serem retomadas. "Os abdominais devem ser deixados para depois dos três primeiros meses do nascimento do bebê, ou, em casos de cesariana, até mais tempo", explica Paula.

Mas, se a preocupação é perder medidas, fazer exercícios de contração pode funcionar. "A mulher pode prender a respiração por cinco segundos, contraindo os músculos da barriga, e soltar. Se foi fácil, tente o mesmo movimento por 10 segundos", de acordo com a personal.

A postura também deve ser foco de atenção - e, para isso, o alongamento é indicado. A hora de amamentar, trocar fraldas e dar banho no bebê exigem atenção, para não ficar com uma postura errada. Para o fisiologista Raul Santo de Oliveira, a prática de atividade física durante toda a gestação é fator determinante para a recuperação do corpo neste processo de pós-parto. "A mulher que passa a gravidez ativa, com exercícios frequentes, não costuma engordar muito e já tem o corpo habituado ao treino, o que ajuda na recuperação".

Uma boa dica de exercícios para o braço, que não sobrecarregam a coluna e o quadril (que já sentem mais peso durante a gestação) é fazê-lo apoiada na parede, afirma Raul. Outro cuidado que deve ser tomado é com as articulações, que costumam ficar fragilizadas, em consequência do hormônio relaxina, produzido durante a gravidez para facilitar o parto, pois relaxa os músculos da pélvis.

Depois do parto, embora o hormônio não seja mais produzido, ele ainda circula pelo corpo. Sendo assim as articulações ficam mais frouxas nos três primeiros meses. "Não é recomendável o uso de sapatos de salto alto, e com movimento que forcem as articulações", alerta Raul.

Fonte: Yahoo Minha Vida

abril 14, 2010

Exercícios na gravidez geram bebês mais magros, diz estudo


Exercícios leves e regulares melhoram a saúde dos bebês

Grávidas que praticam exercícios leves durante a gestação podem melhorar a saúde futura da criança ao gerar bebês menos gordos, segundo um estudo realizado conjuntamente por médicos americanos e neozelandeses e divulgado na edição de março da publicação científica Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

Os pesquisadores das universidades de Auckland e do norte do Arizona analisaram 84 mulheres que passavam por suas primeiras gestações.

Eles pediram para que metade delas se exercitasse semanalmente por 40 minutos em bicicletas, até a 36ª semana de gravidez.

Em média, as mulheres que se exercitaram geraram crianças um pouco mais leves do as de mães que não se exercitaram.

Chances maiores

Os pesquisadores disseram que o exercício não influenciou no tamanho dos bebês, apenas reduziu sua quantidade de gordura.

A prática também não interferiu na reação das mães ao hormônio insulina, um mecanismo necessário na gravidez para assegurar que o feto seja alimentado adequadamente.

"Levando em conta que um peso maior ao nascimento é associado com maior risco de obesidade, uma redução modesta no peso do recém-nascido pode trazer benefícios a longo prazo para a saúde da criança", disse Paul Hofman, médico que liderou a pesquisa.

O estudo se soma a evidências cada vez maiores de que o metabolismo de uma criaça no futuro é influenciado pelo seu ambiente na placenta e que bebês mais pesados em relação à sua altura têm chances maiores de tornarem-se obesos.

Muitos médicos recomendam que as grávidas não se alimentem em demasia e pratiquem exercícios leves regularmente.

Fonte: BBC Brasil

abril 11, 2010

Acessórios para bebês

Confira a lista de itens que você vai precisar para manter o seu filho seguro e confortável a partir dos primeiros dias de vida

Na hora de dormir
Até os 3 meses, os bebês devem dormir de lado. De bruços, podem se sufocar e, de barriga para cima, o perigo é de se engasgar com o refluxo de leite. Para mantê-los no jeito seguro, há no mercado um item apropriado. São duas almofadas que podem ser colocadas no berço, permitindo que a criança fique no meio delas, com apoio nas costas e um anteparo na frente.


Bebê-conforto
Deve ter cinto de segurança e revestimento acolchoado. Os modelos com alça são práticos para transportar o bebê.

Cadeira do carro
É o acessório que exige mais atenção na compra. Um dos principais pontos a se observar é o modo como ela será colocada no carro. A cadeira deve ser fixada pelo cinto de segurança de três pontos do banco traseiro. O bebê tem de ficar preso nela por um cinto que passe pela altura do ombro, nunca do pescoço. É imprescindível que haja proteção para a cabeça dele.

Mamadeira
Pediatras e odontopediatras recomendam que o bebê use copos logo após deixar o peito, pois as mamadeiras trazem danos ao desenvolvimento bucal. Se não for possível dispensá-las, opte por bicos ortodônticos. Eles vêm com um furo bem pequeno da fábrica. Assim, a vazão do líquido fica mais lenta. Achatados na ponta, eles têm uma forma semelhante àquela que o bico da mama assume na boca da criança.

Cadeirão para as refeições
Deve ter uma base larga, que dê firmeza quando aberto. Os cintos são essenciais para o bebê não escapar por baixo. O forro do assento e a bandeja devem ser fáceis de limpar.

Carrinho de passeio
Na escolha, é bom observar certos aspectos. O forro deve ser removível para que possa ser lavado. Os mecanismos para abrir e fechar devem ser práticos. Freios e cinto de segurança são indispensáveis. Capotas e protetores são ótimos para proteger a criança do mau tempo ou do sol.

Banheiras
A principal diferença entre os tipos é o material. As de plástico flexível têm tampa e viram trocador. Mas só podem ser usadas enquanto o bebê toma banho apoiado nos braços da mãe. A versão de plástico duro tem vida mais longa.

Esterilizador
Existem os elétricos e os para microondas, além da boa e velha fervura. Nesse caso, o mais indicado é ferver os acessórios da mamadeira por 15 minutos sempre que forem lavados.

Fonte: BebeAbril

março 19, 2010

De casa para a maternidade...


Ainda não pensou o que colocar na bolsa?
Começando por fazê-la umas 2 semanas antes da data prevista para o nascimento, já que "a hora do aprto" sempre é imprevisível; aqui vai algumas dicas importantíssimas.

Para o bebê

6 conjuntos de pagão
6 macacões compridos
6 macacões curtos
2 casaquinhos de lã
3 mantas de lã ou linha 4 camisetas
2 dúzias de fraldas de pano
6 pares de meia
2 toucas
4 pares de sapatinhos
6 babadores

Para o berço

4 jogos de lençóis
2 lençóis avulsos
4 fronhas
2 cobertores
1 endredom
1 protetor de colchão
1 par de protetores de berço

Para o banho

3 toalhas com capuz
3 toalhas sem capuz
3 toalhas de fralda

Para a higiene

Fraldas descartáveis
Sabonete neutro
Xampu neutro
Saboneteira
Lenços umedecidos
Pote com tampa para guarda algodão
Hastes flexíveis de algodão
Lenços de papel

Fonte: BebeAbril

março 16, 2010

Cuidados com um bebe prematuro em casa.

Quando meu filho vai poder ir para casa?




O bebê recebe alta quando está se alimentando bem e ganhando peso, sem outros incidentes. Isso pode acontecer mais ou menos quando chegar ao que seria a 36a semana de gestação, ou ele pesar pelo menos 1,75 quilo. Se ele tiver nascido antes de 30 semanas, entretanto, pode ser que só volte para casa na época da data prevista para o parto, ou até mais tarde.

É emocionante finalmente levar o bebê para casa, depois de tanta espera. Mas um bebê que tenha passado algum tempo na unidade de tratamento intensivo pode parecer bem frágil, e é normal que os pais fiquem preocupados e temerosos. Sempre que tiver dúvidas, vale a pena procurar a equipe da maternidade ou o pediatra para receber mais orientações e até um treinamento para levar o bebê para casa.

Amamentação;

A amamentação é a melhor fonte de nutrientes para o bebê. Dê o peito sempre que seu filho quiser, e acorde-o para mamar se ele estiver dormindo há mais de quatro ou cinco horas, durante a noite. O neném vai precisar das mamadas noturnas para recuperar o tempo perdido.

É normal que a criança passe algum tempo no peito só olhando para você, ou \"treinando\" o movimento de sucção. Com isso, ela estimula a produção de leite, e vocês vão poder aproveitar a tranquilidade de estar em casa, e não no ambiente do hospital.

A recomendação oficial do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que todos os bebês sejam amamentados exclusivamente no peito até os 6 meses, e que depois disso o leite materno seja mantido na alimentação até os 2 anos ou mais. Para prematuros, isso é ainda mais importante, portanto vale a pena um esforço extra para manter o aleitamento pelo máximo de tempo possível. O pediatra poderá orientá-la caso você precise voltar a trabalhar.

Oxigenoterapia domiciliar:
Alguns bebês podem precisar receber oxigênio ainda em casa. Se for o caso do seu filho, você receberá informações dos profissionais do hospital sobre o equipamento.

Como lidar com as visitas:
Faça o máximo para não expor o bebês a infecções. Peça aos amigos e parentes que não façam visitas ao bebê se estiverem resfriados, com tosse ou com qualquer tipo de infecção. Se mesmo assim eles vierem, evite que peguem o bebê no colo. Esse cuidado é especialmente importante se a criança não estiver sendo amamentada, já que o leite materno ajuda a proteger o bebê de infecções.

Fumo :
A presença de fumaça de cigarro em casa eleva o risco de morte súbita infantil. Bebês de baixo peso ao nascer correm mais risco. Além disso, a fumaça do cigarro aumenta o risco de o bebê ter asma e infecções.

Medidas de segurança :
Há várias providências para reduzir ao mínimo o risco de morte súbita:
• Não superaqueça o bebê na hora de dormir. Evite o excesso de roupas.
• Só use mantas e cobertores abaixo da linha da axila, para que o bebê não se enrole neles.
• Ponha o bebê para dormir de barriga para cima.
• Não deixe seu prematuro pular mamadas durante a noite (siga a orientação do pediatra).
• Não deixe ninguém fumar na sua casa.


Cuide de si mesma :
Trazer um recém-nascido para casa já não é fácil, com todas as adaptações ao seu novo papel de mãe e à nova dinâmica doméstica. No caso de um prematuro, a dificuldade aumenta, por isso talvez você precise de ajuda.

Não vai sobrar tempo para muita coisa

Bebês prematuros levam mais tempo para diferenciar o dia da noite, principalmente se ficaram internados na unidade de terapia intensiva, e precisam mamar com mais frequência.

Isso significa que você vai ter de administrar mamadas a toda hora e padrões imprevisíveis de sono, e conciliar tudo isso com as outras tarefas da casa e possivelmente outros filhos (além da sua necessidade biológica de sono!).

Você vai precisar de ajuda e de apoio

Com a vida corrida de hoje em dia, as famílias já não contam com tanto apoio de parentes como antigamente. Se você não tiver parentes que morem perto, aceite a ajuda de amigos. Mães de crianças pequenas serão especialmente compreensivas nessa fase.

Adote precauções extras na hora de contratar uma babá ou de deixar seu prematuro com alguém, pelo menos enquanto ele for bem pequeno. Sempre que for sair, deixe um número de telefone onde possa ser encontrada e o telefone do médico.

.....Acho que é muito importante saber disso, principalmente uma mamãe que tem um bebe prematuro!!!.....

Fonte: Bolsa Mulher

março 15, 2010

Pais superprotetores travam cérebro dos filhos


Pais superprotetores inibem mais que a liberdade de seus filhos: eles também arriscam reduzir a velocidade de crescimento do cérebro em uma área vinculada a doenças mentais

Por Sheila Bastos

Um novo estudo mostrou que as crianças cujos pais são superprotetores ou negligentes sejam mais suscetíveis a desordens psiquiátricas que, por sua vez, são associadas a problemas em parte do córtex pré-frontal.

Para pesquisar o vínculo entre o comportamento dos pais e o problema mental dos filhos, Kosuke Narita, da Universidade de Gunma, no Japão, analisou os cérebros de 50 pessoas na faixa dos 20 anos e pediu a eles que respondessem a um questionário sobre sua relação com os pais durante os primeiros 16 anos de suas vidas.

Os pesquisadores utilizaram um modelo de questionário chamado 'Instrumento de Vínculo Paterno e Materno', uma maneira internacionalmente reconhecida de avaliar o relacionamento dos filhos com seus pais.

O método pede aos participantes que deem notas aos seus pais de acordo com declarações como 'Não queria que eu crescesse', 'Tentou controlar tudo o que eu fazia' e 'Tentou me deixar dependente dele/dela'.

Pais negligentes

A equipe de Narita descobriu que os jovens com pais superprotetores tinham menos massa cinzenta em uma área particular do córtex pré-frontal, em relação àqueles que tiveram relações saudáveis com seus pais.

Esta parte do córtex pré-frontal se desenvolve durante a infância, e anomalias lá são comuns em pessoas com esquizofrenia e outras doenças mentais.

Narita e seu grupo propuseram que a liberação excessiva do hormônio do estresse cortisol, devido tanto à negligência, ou à atenção exagerada e a reduzida produção de dopamina (neurotransmissor estimulante) como resultado do relacionamento inadequado dos pais com os filhos bloqueia o crescimento da massa cinzenta.

Anthony Harris, diretor da Unidade de Desordens Clínicas, no Hospital Westmead, em Sydney, Austrália, diz que o estudo é importante por destacar para a comunidade ampla que a maneira como os pais se relacionam com os filhos tem efeitos de longo prazo sobre os jovens.

Acusando os pais

No entanto, Harris acrescenta que as diferenças observadas no cérebro não são sempre permanentes. 'Muitos indivíduos demonstram grande resiliência [capacidade de superar problemas]', diz ele.

Stephen Wood, que estuda o desenvolvimento dos adolescentes no Centro Neuropsiquiátrico de Melbourne, na Austrália, diz que o relacionamento dos pais com os filhos não pode ser necessariamente acusado pelas anomalias cerebrais.

Ele ressalta que os indivíduos estudados podem ter nascido com as anomalias e, como resultado, não se deram bem com seus pais, ao invés de ser o processo contrário ter acontecido.

Wood também discorda da decisão dos pesquisadores de excluir indivíduos de classe socioeconômica inferior e pais sem instrução escolar --dois fatores conhecidos por contribuir para má performance em testes cognitivos.

'O efeito que eles encontraram pode ser real, mas por que se preocupar com a educação dada pelos pais se há outros fatores que podem ter impacto mais forte?', questiona ele.


Fonte: New Scientist; Via: O Galileo

março 05, 2010

Quando meu filho(a) deve abandonar as fraldas?


Seu filhote (ou sua filhota) já está todo serelepe, correndo de um lado para o outro, mas aquela acolchoada fralda continua lá. Aí você se pergunta: será que não está na hora de largá-la de vez? Como saber? Descobrir se a criança já está pronta para avançar mais uma etapa pode parecer complicado, mas é essencial para evitar dificuldades no seu crescimento. Embora o início e o final de cada fase gerem expectativas em quem acompanha de perto o desenvolvimento dos pequenos, deve-se deixá-los à vontade para que essa evolução aconteça.

Qual é o melhor momento para fazer a criança ir ao banheiro? Na verdade, isso é relativo, assim como é a hora de andar e falar. Mas os médicos afirmam que o abandono dos fraldas se dá, em geral, por volta dos dois anos de idade, quando o desenvolvimento motor está constituído. "Não se pode querer adiantar. A partir desta idade, e raramente um pouco antes, a criança já passa a controlar naturalmente os esfíncteres. Com isso, os pais podem começar a perceber que ela está 'acertando' seus horários, sujando a fralda em determinado período do dia etc. Essa é a hora de tentar o treinamento do toalete", afirma Peter Liquornik, membro da Sociedade Brasileira de Pediatria.

“Eles aprendem vendo os pais usarem o banheiro. Por isso, ao optarem pelo penico, este deve sempre ser colocado lá”

Geralmente, o primeiro sinal de que já está na hora de trocar o conforto da fralda pela ida ao banheiro costuma ser manifestado pela própria criança. No entanto, a psicóloga clínica Evelyn Pryzant ressalta que os meninos às vezes demoram um pouco mais, abandonando a fralda, em média, de três a quatro meses depois que as meninas. Evelyn recorda que o cuidado com a higiene é natural do ser humano, e, portanto, o momento de retirada da fralda deve representar um alívio para a criança também - além de mostrar, para os outros e para ela mesma, que está crescendo.

De acordo com a psicóloga, muitas vezes a própria creche ou escolinha ajuda neste "ritual de passagem". Mas é em casa que os pequenos devem iniciar a fase do papel higiênico. "Eles aprendem vendo os pais usarem o banheiro. Por isso, ao optarem pelo penico, este deve sempre ser colocado lá, para que se crie o costume e a passagem para o vaso sanitário seja natural", explica Evelyn. Ela indica o verão como a melhor época para fazer a mudança e libertar a criança das fraldas.

Fonte: Bolsa Mulher

fevereiro 27, 2010

Moda para gestantes II

A neutralidade fica por conta de tons naturais, desde o bege até o café passando pelo caqui.
Já as estampas são abstratas e grandes, com espaco também para os florais, que tem tudo a ver com esse momento especial vivido pela mulher.




A ocasião "social" exige beleza e comodidade para a gestante.
Além de estar na atualizada, cores clássicas como cinza, negro e branco nunca fazem falta para uma ocasião desse tipo e podendo já preservar para o inverno se a gestação durar até lá.





A diversidade de modelos e cores hoje em dia tem deixado as "futuras mamães" super chiquérrimas e na moda.
Basta mesmo, você escolher o modelo ao seu estilo e usar e ousar, afinal essa fase duro poucos meses, mas fotos são eternas...(rs,rs)
Portanto, aproveite a fase e junto com ela a proveite o que a moda lhe oferece para diferenciar a barriguinha.

Fonte: Moda Gestante, Comentado por Jonara - Mulher Adoradora

fevereiro 22, 2010

Saude da mamãe e do bebê


Os avanços da medicina fetal permitem às mamães modernas diagnosticar a saúde da criança e tratar algumas doenças ainda na barriga. A partir dos anos 80, com o surgimento de um exame chamado cordocentese (sob monitoração do ultra-som, uma agulha é introduzida no abdome materno para puncionar o cordão umbilical e coletar sangue fetal), outras técnicas inovadoras surgiram e, hoje, exames sofisticados e de alta precisão são realizados com regularidade e segurança.

Recomendada para pacientes de risco, como mulheres com idade acima de 35 anos, casos de consaguinidade, doenças hereditárias e doenças maternas, a medicina fetal atua na prevenção, diagnóstico e tratamento. Se realizados nos primeiros cinco meses de gestação, esses exames diagnosticam doenças genéticas, congênitas e de má-formação fetal. A partir da 20ª semana de gestação já existe a possibilidade de corrigir eventuais problemas no útero, sem riscos para a mãe ou o feto.

Principais exames

Exame de sangue:

É obrigatório para todas as gestantes no primeiro trimestre da gravidez. Através dele é possível detectar se a futura mamãe tem ou já teve rubéola, toxoplasmose, HIV, citomegalovírus e hepatite B.

Translucência nucal:

Todas as grávidas com até 35 anos devem submeter-se a esse exame, realizado através de ultra-som transvaginal ou abdominal entre a 10ª e a 14ª semana de gestação. Ele mede a espessura da região da nuca do feto e detecta risco de alterações cromossômicas, como a que pode provocar, por exemplo, a síndrome de Down.

Amniocentese e biópsia vilocorial:

Indicado para todas as gestantes com mais de 35 anos, mulheres com casos de doença cromossômica na família ou que apresentem resultado positivo no exame de translucência nucal. Na amniocentese, realizada entre a 14ª e a 20ª semana de gestação, é aspirada, com uma agulha, parte do líquido amniótico; na biópisia, entre a 10ª e a 13ª semana, são colhidos fragmentos da placenta. Esses exames detectam alterações cromossômicas.

Ultra-som morfológico:

Indicado para todas as grávidas entre a 18ª e a 24ª semana de gestação, detecta má-formação fetal.

Ecocardiografia fetal:

Realizado através de ultra-som pélvico, detecta má-formação cardíaca no feto. É indicado para gestantes com histórico familiar de cardiopatia, portadoras de doenças cardíacas congênitas e que fazem uso de antidepressivos. Deve ser realizado a partir da 20ª semana.

Ultra-som de terceira dimensão:

Indicado para detectar má-formação anatômica, é feito através de ultra-som pélvico e usa um programa de computador para captar a imagem do feto. Gestantes com histórico familiar ou casais que tenham filhos com problemas devem submeter-se a ele a partir da 20ª semana de gestação.

Teste de sobrecarga:

Exame de sangue realizado duas horas após a ingestão de alta dose de glicose, aponta propensão para o diabetes. É indicado para gestantes obesas, mulheres com idade superior a 35 anos ou portadoras de candidíase crônica. Deve ser feito entre a 20ª e a 24ª semana de gestação.

Cardiotocografia basal:

Realizado no final da gravidez, esse exame biofísico avalia os batimentos cardíacos e a atividade uterina, permitindo ao obstetra comprovar a funcionalidade da placenta e o bem-estar do bebê. É indicado para mulheres em que o tempo de gestação pode ultrapassar a data provável do parto.

Fonte: Alô Bebe

fevereiro 20, 2010

Moda para gestantes I

Confesso que quando estava grávida, tive vários conflitos com as roupas e pricipalmente quando a ocasião "mandava" algo mais sério.

Então apra ajudar as "confusas" como eu durante a gestação, resolvi buscar ajuda e postar...

Confira diversas maneiras e idéias de se vestir durante o processo da evolução da "barriguinha"!

O que chama atenção nas roupas de grávida da marca, é também não apenas o seu estilo próprio moderno e antenado, mas também a alta qualidade e o perfeito acabamento, valorizando assim o conforto, através de uma modelagem especial propria e exclusiva da marca que garante segurança para a gravida, de acordo com as suas novas necessidades e mudanças de seu corpo ao longo dos 9 meses de gestação e mesmo depois no pós-parto até recuperar sua antiga forma e voltar a usar suas roupas antigas. Realmente vocês precisam vestir as roupas para sentir a grande diferença que existe.



Para o inverno mais forte da moda feminina, aonde look mais frequente deste inverno de 2008, segue uma linha ja vista neste verao passado, com peças amplas na parte de cima, em contraposição as calças justas na parte de baixo, como por exemplo legging ou skinny, a ser usado tanto no ambiente de trabalho como do dia a dia da grávida.



As pantalonas voltam a ser tendência, e podem ser usadas com camisas, em um look mais masculino. Com uma cara mais fim de semana e momentos de lazer. Veremos também neste inverno muitos vestidos e tunicas em linha A e trapézio.

As calças sociais e blasers foram desenvolvidos em versões mais estruturadas, em tecidos de alfaiataria, mas também em materiais mais maleáveis e modernos, como e o caso do bouclê, que é um fio de microfibra que imita a lã, porém não esquenta tanto, levando em consideração que durante a gravidez a mulher costuma ter a temperatura do corpo um pouco acima da média e sentir assim mais calor que o normal.

Fonte:Zazou, Via Moda Gestante

fevereiro 10, 2010

Cesariana ou parto normal? (parte II)


Quando fazer a cesariana?

Em que pesem as técnicas avançadas - a nova anestesia para o parto normal, que atenua as dores das contrações, para citar uma delas - a verdade é que, na assistência obstétrica, a maior novidade continua sendo o ultra-som, cada vez mais sofisticado. Graças a ele e a um acompanhamento médico adequado, a mulher que entra em trabalho de parto precisará apenas de uma equipe de saúde bem preparada para assisti-la. Tudo isto possibilitará a correta indicação de se fazer ou não o parto cirúrgico, ou seja, a cesariana não deve ser decidida antes do trabalho de parto, a não ser que se verifiquem qualquer das seguintes...

Indicações precisas:

A posição da criança não é adequada (ao invés de ela estar de cabeça para baixo, está sentada).
Não houve boa dilatação do colo do útero.
A criança é muito grande.
A bacia da mãe é muito pequena, não dá passagem para a criança.
Durante o trabalho de parto, surge o sofrimento fetal (demora que pode causar falta de oxigenação), quando esperar o desenrolar do trabalho de parto pode ser prejudicial à saúde do bebê.
Descolamento prematuro da placenta (que ocasiona hemorragias e falta de oxigenação).
Encurtamento do cordão umbilical.
Mãe de primeiro filho idosa.
Eclâmpsia ou pré-eclâmpsia (acesso convulsivo da parturiente).
Insuficiência placentária.
Sensibilização do feto pelo fator Rh.

O pré-natal

Embora durante o pré-natal não se tenha, na grande maioria dos casos, a indicação de que o parto será ou não normal, em algumas situações é possível saber de antemão o que será mais conveniente. Dessas situações, as mais comuns são quando a mãe sofre de pressão alta ou é diabética, condições em que a cesariana será obrigatória. Fora destas e das antes descritas, no entanto, o correto é esperar o início do trabalho de parto e aguardar sua evolução. Se tudo correr bem, não há motivo para realizar a cesariana.

Transformar gratuitamente (isto é, sem indicações precisas) um ato fisiológico, o parto normal, em ato operatório, parto cirúrgico, traz muitas desvantagens para a mulher. Entre elas, destacamos a possibilidade da chamada infecção puerperal ou pós-parto, 30 a 40 vezes maior numa cesariana que no parto normal. O quadro comparativo desta página revela outros detalhes.

Esclarecer para conscientizar

O Brasil é o campeão mundial em parto cesariano. Enquanto, em países mais desenvolvidos (Estados Unidos, Canadá, etc.), o aumento desses índices é visto com grande preocupação, aqui, pouco ou quase nada se faz para reverter esse estado de coisas. Embora já tenha incluído o pagamento da anestesia para o parto normal na tabela de assistência ao parto do SUS, o Ministério da Saúde tomou outra atitude que é, no mínimo, discutível do ponto de vista de se encontrar uma solução para o problema: se um hospital ultrapassar os 40% de cesarianas na quantidade de partos, o que exceder esse índice não será reembolsado pelo SUS. "Acho que essas atitudes não dão resultado", pondera Monteleone.

"Se os problemas fossem resolvidos somente pela legislação, teríamos uma saúde de Primeiro Mundo", acredita o médico. Ainda segundo ele, a melhoria da assistência obstétrica no Brasil não é uma questão de implementação de alta tecnologia: "A assistência ao parto é simples, e a introdução dessa tecnologia vem fazendo com que os médicos se esqueçam disso", observa. Há cerca de dois anos, o CRM realizou no Estado de São Paulo, com o apoio do Conselho Federal de Medicina, da Secretaria de Saúde do Estado, do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher e de algumas secretarias municipais, a campanha "Natural é o Parto Normal".

Através da realização de simpósios com a participação de profissionais da área de saúde e das respectivas comunidades em que foi apresentada, essa campanha visou esclarecer a população em geral quanto à importância de se realizar o parto cirúrgico somente quando se verificarem as indicações precisas apresentadas nesta reportagem. "Levamos isto para mais de 50 cidades e, em alguns lugares, já podemos notar os resultados. Mas é lógico que não se vai reverter uma situação que levou quatro décadas para se estabelecer num simples passe de mágica", analisa o presidente do CRM.

"Procurar outra opinião"

Para todas as mães, o conselho do Dr. Monteleone, baseado em seus 34 anos de experiência em ginecologia e obstetrícia, é categórico: "A gestante deve, durante o pré-natal, conversar sobre a dinâmica do parto com o médico, procurando desfazer dúvidas. Se o médico indicar a cesárea e ela não ficar muito convencida disso, ela deve procurar outra opinião", recomenda. "Toda mulher deve procurar ter um parto normal ou pelo menos entrar em trabalho de parto e tentar; se não for possível, a operação cesariana não é um insucesso, é a resolução do problema.

O que não é aconselhável é fazer uma cesariana sem que haja necessidade", arremata. Para além de todas as discussões a respeito, o fundamental é que a mamãe e o bebê desfrutem de toda as informações e infra-estrutura necessárias para que possam, uma continuar e o outro nascer saudável. Somente assim "parto" deixará de ser sinônimo de coisa difícil e passará a ser visto como deve ser: um fato normal da vida.

Fonte: Alô Bebe

fevereiro 09, 2010

Parto normal ou cesariana? (parte I)


A Organização Mundial de Saúde (OMS) adverte: a cesariana pode fazer mal à saúde. Um aviso como esse, inexistente é claro, bem poderia ser afixado nos consultórios médicos e maternidades.

A operação cirúrgica que deve seu nome, segundo a lenda, ao nascimento de um dos imperadores romanos Júlio César, vem dominando o mundo, exatamente como costumavam fazer esses antigos e poderosos senhores. O aumento do número de cesarianas é um fato mundial e se deve sobretudo ao avanço tecnológico, facilitador de um diagnóstico tão acurado das condições da criança no útero que, em alguns casos (em centros mais avançados), é possível até mesmo curar certas doenças fetais.

Se antes o feto já se sentia protegido e à vontade em seu elemento, o ventre materno, hoje ele está ainda mais cercado de cuidados, e quase se pode dizer que sua saúde estará garantida ao nascer. Mas essas técnicas inovadoras não justificam, por elas mesmas, o excessivo número de cesarianas no Brasil.

A afirmação é do médico especialista em ginecologia e obstetrícia Dr. Pedro Paulo R. Monteleone, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (CRM): "As novas técnicas levam a um aumento das cesarianas de 10 a 20 por cento, em geral, mas há regiões no Brasil em que esse índice atinge 80 por cento dos partos, um absurdo", reprova o professor aposentado da Escola Paulista de Medicina. A análise dos dados revela: em média, realizam-se 558 mil cirurgias desnecessárias por ano, que acarretam um desperdício de 84,3 milhões para o SUS (Sistema Único de Saúde) e a ocupação de mais de 1.600 leitos hospitalares por dia.

O "trauma" do parto normal

As razões para esse aumento desproporcional no número de partos cirúrgicos são históricas, e a imprensa teve seu papel nisso. A partir do final da década de 60, a introdução da ultra-sonografia tornou a cesariana mais segura para a mãe e a criança. Além disso, as mudanças de comportamento incentivadas pela Revolução Sexual e o Movimento Feminista geraram mulheres mais ativas e exigentes.

Era comum lermos, em grandes reportagens de jornais e revistas, declarações em que as mães testemunhavam a favor da cesariana, dizendo que seu filho nasceria numa data que lhe seria conveniente, não haveria correrias, a criança nasceria sem o "trauma" do parto normal, etc. A essa visão algo distorcida dos fatos veio aliar-se a conveniência dos médicos: um trabalho de parto normal pode tomar de 4 a 8 horas (e às vezes mais) do tempo deles, enquanto numa cesariana, em condições normais, tudo se resolve em pouco mais de uma hora.

Assim, como diz a expressão popular, uniu-se o útil ao agradável, e foram criadas as condições para que a cesariana sem indicação precisa, predominasse.

Insegurança desgaste

Todos sabemos das más condições da saúde no Brasil. Volta e meia assistimos nos telejornais a reportagens que mostram o péssimo atendimento dispensado à população. No que se refere à assistência obstétrica, essa situação reflete principalmente duas coisas: as deficiências na formação dos médicos (por sua vez, conseqüência direta do descaso votado há décadas à educação) e a má remuneração desses profissionais. Isto resultou, por um lado, em médicos inseguros quanto aos procedimentos mais simples do parto normal e, por outro, desgastados por serem forçados a ter diversas atividades, alguns trabalham em três ou mais locais, a fim de garantirem sua subsistência.

Em resumo, mais lenha para a fogueira da opção pela cesariana: mais rápida, e em termos, mais segura. "Quando as coisas não vão bem num parto normal, a família chega e diz: "Se tivesse sido feita cesariana...", explica Monteleone. "Agora, se acontece alguma coisa com a criança nascida de cesariana, a família já não culpa tanto o médico, e diz: "O médico fez de tudo, até cesárea...", completa, revelando que mais esse elemento de pressão sobre o médico tende apenas a tornar o parto cirúrgico ainda mais comum do que já é.

Fonte: Alô Bebe