A terceira Carta de João é dirigida a Gaio, um respeitado presbítero da igreja na Ásia Menor. Gaio é um excelente exemplo de atitude correta em relação aos missionários. A declaração de João é inspiradora:
outubro 06, 2011
Carta de João a Gaio
A terceira Carta de João é dirigida a Gaio, um respeitado presbítero da igreja na Ásia Menor. Gaio é um excelente exemplo de atitude correta em relação aos missionários. A declaração de João é inspiradora:
setembro 30, 2011
Cuidando de nossos pais

Amor é mais que a expressão de sentimento. Ele é melhor revelado em nossas ações.
Cuidar dos pais é um ato de amor e uma piedade no lar que agrada a Deus.
Paulo usou o modelo de uma família para descrever os relacionamentos na igreja. Timóteo deveria se dirigir aos membros anciãos como faria com um pai ou mãe, e aos jovens como irmãos e irmãs (1Tm. 5:1-2), e foi nesses termos também que ele falou sobre o cuidado pelas viúvas. Contudo, a igreja não deve assumir os deveres da família, e em particular o cuidado pelas viúvas: “… se algum crente ou alguma crente tem viúvas, socorra-as, e não se sobrecarregue a igreja, para que se possam sustentar as que deveras são viúvas” (v. 16). Por “deveras são viúvas” ele quer dizer viúvas que não tenham parentes vivos.
Piedade no Lar
Paulo descreveu cuidar das viúvas como cuidar da sua “própria casa” (v. 8). Ele deixou muito claro que a caridade da igreja nunca deve substituir a responsabilidade de um filho, ou mesmo de um sobrinho. Numa ordem patriarcal, onde famílias grandes viviam e trabalhavam juntos, uma tia era uma figura estendida da mãe e merecia um respeito correspondente. Essa responsabilidade familiar vem antes daquela da igreja, que se envolve apenas se não existe nenhum membro da família que possa assumir o cuidado. Como tudo da lei de Deus, esse requerimento envolvia uma bênção para a obediência e uma maldição para a desobediência.
A bênção prometida era que, aos olhos de Deus, o cuidado pelos membros idosos da família era uma “piedade no lar” (KJV) que Paulo nos assegura ser “bom e agradável diante de Deus” (v. 4, RC). Quando Deus nos dá a oportunidade de servir-lhe em obediência, isso é um ato de graça, uma bênção. Os fariseus, por distorcerem a revelação de Deus, constantemente se mostravam ignorantes nas questões de piedade. A idéia de piedade deles era aquela de uma demonstração pública para serem vistos diante dos homens (Mt. 6:1-18). Eles também pensavam que poderiam honrar a Deus na adoração, enquanto negligenciavam suas responsabilidades para com pais necessitados (15:5-6).
Pior que um Infiel
Há também uma maldição sobre aqueles que negligenciam seus deveres para com os pais. Paulo disse a Timóteo que não cuidar de um pai necessitado era negar a fé e ter um comportamento “pior do que o infiel” (RC).
Isso não deveria parecer duro se entendemos o imperativo do quinto mandamento. Quando Paulo escreveu a Timóteo sobre a responsabilidade dos filhos para com seus pais, era no contexto da relação do ministro com a congregação. Mesmo na situação difícil de uma repreensão necessária, o ministro não deveria esquecer a honra devida a essa pessoa como um membro na família de Deus. Nos tempos difíceis da idade avançada, enfermidade ou necessidade econômica de um pai, devemos da mesma forma ser diligentes em nossa responsabilidade de honrá-los como o quinto mandamento requer de nós. Afinal, Cristo veio para estabelecer a lei (Mt. 5:17). Como podemos honrar nosso Pai Celestial enquanto desonramos nossos pais terrenos?
Em adição a honrar o papel deles na economia de Deus como o quinto mandamento exige, devemos lembrar também do nosso débito de gratidão por nossa criação. Paulo menciona que nosso tratamento dos pais em necessidade é uma forma de “recompensar” ou reembolsá-los (v. 4). Como nós os tratamos quando precisam de nós diz muito sobre se verdadeiramente valorizamo-los e a nossa criação. A avareza para com nossos pais revela uma ingratidão egocêntrica.
À medida que os nossos pais envelhecem, há uma reversão no papel de oferecer cuidado. Deveríamos ver isso como uma honra de recompensá-los pelo cuidado que nos deram como crianças. Maria, irmã de Marta, uma vez honrou a Cristo ungindo os Seus pés. Nicodemos e José de Arimatéia honraram-no enterrando Seu corpo com o que era uma pequena fortuna em mirra e aloés. Algumas vezes nosso maior método de honrar nossos pais pode envolver demonstrações físicas, embora diferentes.
Honrar um pai frágil e necessitado é um amadurecimento final do nosso relacionamento com eles, pois é o nosso último papel como filho que devemos cumprir. E devemos entender que a papel de um filho não termina na maioridade, mas sempre existe enquanto os pais viverem. É honroso mostrar aos nossos pais o quanto aprendemos deles
Alguns anos atrás, deparei-me com um livro de história infantil de Robert Munsch chamado Love You Forever [Amo Você para Sempre]. Ele fala de uma mãe que carregava seu filho pequeno para a cama todas as noites e cantava uma canção: “Eu te amarei para sempre”. No final da história, com a idade avançada, a mãe está muito fraca para cantar para o seu filho, de forma que ele é quem a carrega para a cama, e canta aquela canção. Eu dei uma cópia ao meu filho, e uma à minha filha mais velha, e tenho ainda outra cópia para a próxima.
Amor é mais que a expressão de sentimento. Ele é melhor revelado em nossas ações. Cuidar dos pais é um ato de amor e uma piedade no lar que agrada a Deus.
Fonte: Faith for All of Life, Março/Abril 2006, p. 23 Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
setembro 27, 2011
O tempo

Houve um tempo que sorria tanto que nunca parei pra pensar, que o tempo do choro viria.
Houve um tempo em que tinha tantos amigos e era tão bom usufruir do convívio com eles.
Houve um tempo que eles foram pra outros países , outros estados e outros tomaram rumos tão distantes que nem mais os vejo ou com eles falo pois o tempo de tê-los perto se foi.
Houve o tempo de oportunidades tão boas de trabalho, que cheguei a desfrutar, porém o tempo da juventude de impulsividades, me fez desistir dos bom empregos, porque no tempo da imbecilidade eu nunca parei pra pensar no tempo da necessidade.
Houve o tempo de namoros, que me levou a tempos de fossa e era este o tempo que eu queria curtir sem pensar em quanto tempo precioso estava perdendo.
Houve um tempo em que conheci o amor verdadeiro que me levou ao tempo de estar num altar e me casar, porém sem pensar que o tempo de lutas no lar poderiam chegar.
Houve um tempo em que os filhos foram gerados e não pensava no tempo em que nasceriam e o tempo das noites mal dormidas chegariam.
Houve um tempo de início ministerial em que nada sabia mas tudo queria e não pensei que o tempo de crescer espiritualmente chegaria com tantas dores.
Houve o tempo de deixar a casa do pão e não pensei que o tempo em terras estranhas seria de tamanha necessidade de aprender a deixar a independência para aprender a viver o tempo da dependência total de DEus.
Houve o tempo de muita fome de Deus e de muita entrega sem imaginar aonde eu poderia ser levada.
Houve o tempo da fome de Deus me levar ao confronto comigo mesma, e eu não imaginava que o tempo da guerra interior viria tão ferrenha.
Houve o tempo que comecei a crescer espiritualmente sem pensar que o tempo de não perceber que ainda havia muito a aprender poderia passar desapercebido, me levando a perder o tempo de aprender muito mais.
Houve o tempo de perdas, que deixaram marcas profundas, marcas que não estavam me deixando ver que o tempo das promessas de Deus estavam chegando.
Houve o tempo em que muitas feridas começaram a cicatrizar, porem o tempo passou e eu não percebi que nas cicatrizes ainda haviam hematomas.
Houve o tempo em que situações me levaram ao tempo em que tocaram nas cicatrizes e os hematomas doeram, pois ainda havia roxidão.
Houve o tempo em que chegou a hora de retornar de terras distantes, sem perceber que o tempo de voltar de onde saimos chegaria.
Houve o tempo de rever coisas, sem saber que o tempo de rever certas coisas levaria a sentimentos de tamanha dor.
Houve o tempo de comtemplar a bondade de Deus com uma visão mais ampla, porém sem saber que junto com esta comtemplação viria também o tempo de revelação do coração, que me levaria a um tempo de muito quebrantamento, confissões e arrependimentos.
Houve o tempo do reencontro com o passado, sem saber que o tempo de precisar aprender a não considerá-lo havia chegado.
Houve o tempo que acordei pela manhã sem mais conseguir dormir e tive que entender que o tempo de pensar sobre tudo já vivido havia chegado.
Houve o tempo em que entendi que preciso aproveitar e segurar este novo tempo de reflexões e mudanças.
HOuve o tempo que comecei a vislumbrar o tempo do cumprimento das promessas, que me tem levado ao tempo de viver a restauração plena de Deus, mesmo que tudo ao meu redor diga que não e certos momentos penso em desistir . Porém o tempo de ouvir sua voz sempre me encorajando a prosseguir chegou e assim percebendo que não estou nunca só, e que o que ele projetou pra mim não vai se frustrar, sigo em frente.
E como diz Eclesiaste 3: "Há um tempo determinado por Deus para todas as coisas".
O tempo de escrever sobre isto pra vcs chegou e é hoje.
Aproveite o tempo que Deus te dá, todos os nossos dias já estão determinados por Ele. Simplesmente viva o hoje,saboreando cada segundo, crescendo N'Ele, aprendendo com Ele, sendo como Ele , aprendendo D'Ele que é manso e humilde de coração e assim encontraremos descanso para nossas almas.
Fonte: Mulher Cristã
setembro 26, 2011
Liberdade
"À primeira vista, o legalismo parece duro, mas na realidade a liberdade em Cristo é o caminho mais difícil.
É relativamente fácil deixar de matar, mas é difícil amar; é fácil evitar a cama do vizinho, mas é difícil manter um casamento vivo; é fácil pagar impostos, mas é difícil servir os pobres. Quando vivo a liberdade, tenho de me manter aberto ao Espírito Santo para receber sua orientação.
Estou mais consciente em relação ao que tenho negligenciado do que a respeito do que tenho realizado.
Não posso esconder-me por trás de uma máscara de comportamento, como hipócritas fazem, nem posso me esconder por trás de comparações fáceis com outros cristãos."
Sem motivos para amar?
Minha ingênua e sincera fé diz que sim, mas muitas vezes [às vezes a maioria das vezes] o meu coração/razão/vontade não encontra tal amor... ou, se ele está lá... se cansa de tentar procurá-lo e fazer reviver um sentimento assim. Não por falta de forças ou de coragem, mas por falta de motivos.
Onde encontrar motivos para amar, então? É possível encontrá-los quando já não queremos ou temos medo de nos machucarmos de novo?
Talvez as perguntas estejam sendo feitas da maneira errada, mas não sem verdade existencial... Todo mundo procura por estes motivos de vez em quando... Eu gostaria que minha resposta fosse tão simples quanto procurar no “Google”, mas eu não tenho boas notícias sobre encontrar motivos para amar, geralmente nunca se acha um bom motivo para se fazer isto. É mais fácil [e menos complicado] não ter motivo para amar. Recusar-se a amar e trancafiar-se solitariamente dentro de uma torre alta ou mosteiro celibatário talvez seja a solução menos dolorosa.
Não amar evitaria comprometer o amor e a vida de mais algum inocente, quando, por exemplo, duas pessoas se amam e se deixam ser amadas, mas logo no início de suas caminhadas descobrem que é perigoso demais abrir o coração não só ao amor, mas às frustrações e confrontos que a vida a dois sempre causa. Ou, quem sabe, depois de muitos anos de caminhada juntos, descobrem que o motivo para se amar acabou faz tempo ou nunca, de fato, existiu. Donzelas amáveis e príncipes heróis encantados, cavalos brancos e o salvamento da princesa da torre são divertidos e empolgantes nas primeiras vezes, mas se torna enfadonho ter que se trancar na torre de novo para se proteger de uma dor ou de escalá-la perigosamente a fim de encontrar aventuras e motivações para amar todos os dias.
Não amar certamente anularia as dores e desilusões destes momentos, mas não é a decisão mais completa a ser tomada. Particularmente não creio que exista gente que foi feita para não amar; e também não creio em amor que vai e vem, que sobe e desce. Acredito no amor que fica, mesmo amassado, ferido, sozinho e nos faz ter esperança de ver hoje, no nosso agora dolorido, um horizonte amanhã, doce e ensolarado, talvez distante, mas alcançável de dias melhores, mais fáceis para se amar. Dificilmente encontra-se um bom motivo para amar persistentemente, mas quem disse que o verdadeiro amor precisa de motivos para ser amor?
O que me faz amar com vontade de amar não é o motivo, mas a consciência da existência inequívoca deste amor que está aqui dentro sem saber como. Não sei explicar, muito provavelmente ninguém conseguirá explicar, porque o amor é assim, mais forte que a morte, dolorosamente persistente, irrevogavelmente amante, paciente e benigno mesmo sem motivos. Já tentei entendê-lo, mas eu sei que só posso sentí-lo.
O bom e verdadeiro amor não precisa saber dos motivos, jamais os procura ou avalia se é possível ou não amar, só sabe que sente amor e pronto. Vai lá de peito e vida abertos. Ele lança fora todo o medo, ainda que se tenha de matar um leão por dia e a gente vá deitar cansado todas as noites.
O amor sobrevive mesmo é de mãos dadas com a fé e a esperança. O abraço dado, o beijo paciente, a presença carinhosa certamente são expressões do amor, são veículos para nos sinalizar que ele existe e nos dar novo ânimo, mas quando não os encontramos não significa que não podemos amar ou que nos faltam motivos. Dificilmente entenderemos ou reconheceremos o verdadeiro amor somente nos atos e gestos físicos. O amor manifesta-se em dom/dádiva, no que é dado sem buscar interesses próprios, nem mesmo os interesses de atender às nossas carências afetivas são válidos para buscar amar. O amor manifesta-se sem motivo aparente, até sem condições, vem como um rolo compressor ou uma simples brisa, mas vem.
É possível negligenciar o amor, fazer de conta que não existe ou abafá-lo. É possível ficar tão duro ao amor que, mesmo ele existindo, não se queria mais senti-lo. O medo da dor pode causar tudo isso, mas podemos escolher viver por medo e não deixar o amor em paz ou por fé e esperança e fazê-lo brilhar como um sol.
Amar é a capacidade de doar-se sem querer nada em troca, talvez por isso o Senhor tenha dito que, no final dos tempos, o amor se esfriaria de quase todos. Uma sociedade que luta por poder e prestígio, que compra todas as coisas, admiração e domínio, que concorre traiçoeiramente pelos melhores lugares e pisa em cima de qualquer ameaça não entende nem aceita dar sem querer qualquer coisa como pagamento. Pessoas que se amam, mas se interessam mais por disputar quem ama mais do que simplesmente amar, gente que não sabe amar só por amar corre o sério risco de ver esfriar a sensibilidade ao amor.
Logo, não existe pagamento para quem ama de verdade. E quem assim ama, não aceita tais trocas e barganhas. Continua dando, amando, crendo e alimentando a esperança não do fim, mas do recomeço pleno e movido pela alegria de simplesmente amar todos os dias, tudo sofrendo, tudo crendo e tudo esperando, até mesmo o ressurgir da sensibilidade de amar.
O Deus que assim ama te abençoe rica, poderosa e sobrenaturalmente!
Fonte: Ovelha Magra
setembro 24, 2011
“LEVAI AS CARGAS UNS DOS OUTROS

Tal ordem expressa responsabilidade mútua entre os discípulos de Jesus Cristo.
Quando o apóstolo disse “levai as cargas uns dos outros”, ele deixou evidente duas coisas: Todos nós temos cargas; segundo, Deus não pretende que as carreguemos sozinhos. O plano divino é que a carga seja dividida, compartilhada.
Jesus levou a carga das nossas culpas e pecados. Todavia, isso não nos torna imunes aos problemas e adversidades da vida. Deus espera que levemos tudo a Ele em oração e que compartilhemos com nossos irmãos aquilo que não podemos levar sozinhos. Pessoas são usadas por Deus para nos abençoar. Paulo, uma vez atribulado, reconheceu que o “Deus que conforta os abatidos, nos consolou com a chegada de Tito” (2 Coríntios 7.5-6).
Existem situações que são da competência da pessoa enfrentar e resolver. O próprio Paulo também disse: “cada um levará o seu próprio fardo” (Gl 6.5). Este último versículo parece entrar em contradição com aquele que apresenta o mandamento de levar as cargas uns dos outros. Afinal, quem deve levar a carga do outro, a pessoa mesma ou nós também? A resposta está na compreensão das duas palavras chaves: carga e fardo. Fardo, no grego, phortion, era usado como um termo militar para a mochila de um soldado. Ou seja, o soldado não apenas conseguia carregá-lo, mas tinha a obrigação de carregar. Portanto existem coisas que eu devo levar, porque é minha obrigação e porque eu consigo levar. Mas a palavra carga, no grego, baros, refere-se aquilo que é pesado. Este peso é uma carga muito grande para alguém carregar sozinho.
Carregar a carga do outro é um ministério que precisa ser entendido e aplicado nas igrejas cristãs com toda diligência e amor. É possível que haja entre nós irmãos sobrecarregados. Essas cargas podem significar fraquezas morais, enfermidades físicas, necessidades financeiras, aflições espirituais e emocionais, etc. São cargas pesadas, impossíveis de serem carregadas por uma só pessoa.
“Os homens serão egoístas”, profetizou o apóstolo acerca dos últimos dias. Esse egoísmo é típico do mundo em trevas, mas os filhos da luz são encorajados a abençoar vidas que estão cansadas e necessitadas de ajuda para caminhar. Lutero disse que os cristãos devem ter “ombros fortes e ossos potentes” para ajudar uns aos outros. Levar a carga do outro significa cumprir a lei de Cristo, a lei do amor.
Fonte: Blog Pr Judiclay Santos
setembro 23, 2011
setembro 22, 2011
O Jesus que Muitos Não Conhecem
setembro 20, 2011
Cuidado com as aparencias
A aparência nos deixa cegos para o que realmente importa. Por isso Paulo nos alertou quanto às coisas aparentes, pois tudo isso passa!
Deixamos passar oportunidades ímpares e que não podem mais voltar, simplesmente porque a aparência não nos agradou ou não fez o perfil que sonhamos.
Viver de aparências não é simplesmente você se trajar de alguém que na verdade você não é, também, é buscar nas pessoas, aquilo que somente lhe agrada.
Enquanto uns vivem uma vida superficial, vazia e sem verdade para agradar os outros, alguns buscam essas pessoas que tenham uma aparência agradável.
É muito fácil ser quem os outros querem que sejamos, afinal, somos humanos e necessitamos do amparo, do cuidado, do amor (mesmo que fingido) e da atenção das pessoas. Mas quando olhamos pra Cristo entendemos que isso não tem nenhum valor diante do que Ele tem a nos oferecer. Mas antes de tudo temos que renunciar a nós mesmos e é então que entram essas nossas necessidades humanas, ou melhor, é aí que elas têm que sair de cena. Precisamos aprender a renunciar o amparo, o cuidado, o amor e a atenção das pessoas para vivermos uma vida de verdade e compromisso com Deus.
Cuidado!
Nem tudo que parece é e nem tudo que é parece!
Fonte: Assuntados
agosto 19, 2011
Jesus não é Zé Colmeia
maio 07, 2011
Se o fardo é leve, por que está pesado?

É pesado servir a Deus? A grande verdade da vida cristã é que não é pesado servir ao Senhor, pelo contrário, é motivo de alegria e prazer. João disse que os mandamentos do Senhor não são penosos. Por vezes até pensamos que os mandamentos de Deus não são penosos, mas não servem para nós.
Por outro lado, muitos se sentem pesados, cheios de cargas e estão cansados de servir a Deus, pensam que é muito duro e difícil ser um cristão. Mas Jesus disse: "O meu jugo é suave e o meu fardo é leve" (Mt 11:30).
Meditar na Palavra de Deus, orar e envolver-se na obra do Senhor tem sido um prazer para nós ou uma obrigação religiosa? A vida cristã se compõe basicamente de 5 fases. Todos nós, mais cedo ou mais tarde, passaremos por estas 5 etapas:
1- Descobrimento. É quando a pessoa descobre a Bíblia e a mensagem do evangelho.
2- Paixão. É quando a pessoa está apaixonada pela Bíblia, não perde nenhum culto, coloca adesivo no carro, escuta somente CDs de mensagens e músicas cristãs.
3- Realismo. É quando a pessoa se decepciona com os irmãos da igreja, quando estes demonstram erros e falhas.
4- Acomodação. É quando diante de tudo o que a pessoa vê, ela se acomoda. Ela já conhece alguns versículos bíblicos, sabe o momento de orar, ofertar, louvar, enfim, se torna religioso.
5- Obrigação. É quando a pessoa vai à igreja para não ser "cobrada" por seus líderes, ou por medo de Deus, achando que Ele poderá trazer castigo.
Em qual fase estamos? Temos então dois desafios: Quando os mandamentos de Deus se tornam penosos para nós? Como podemos viver uma vida cristã sem peso?
Quando os mandamentos de Deus se tornam penosos para nós?
1- Quando a religião impõe exigências que não tem nada a ver com Deus.
A religião coloca sobre nós exigências que nem o próprio Deus requer. O resultado é que a carga religiosa se torna mais pesada do que deveria ser. É por isso que acabamos morrendo na nossa paixão.
Muitas exigências dentro das igrejas não têm nada a ver com Deus. São meros mecanismos humanos de afirmação do poder religioso, ou seja, o pastor que se firma na sua autoridade com exigências que não tem nada a ver com Deus. Perdemos tempo discutindo besteiras, usos e costumes, se podemos ou não utilizar bateria no louvor, se podemos ou não bater palmas durante os cânticos etc. São tantas leis e exigências que chega um ponto da vida cristã que já não sabemos mais se é bom ou ruim servir ao Senhor.
2- Quando a religião desenvolve um sistema para agradar a Deus na base da causa e efeito.
Entendemos Deus da seguinte maneira: "Se você fizer tal coisa, você terá a sua recompensa, para o bem ou para o mal". Temos um conceito de Deus como um criador que criou leis invioláveis, e aquele que cumprir as leis será abençoado, mas quem deixa de cumpri-las receberá maldição. Desenvolvemos um conceito de religião muito policiado, em outras palavras, Deus se torna um supremo fiscal da nossa vida e um Deus impessoal. Então pensamos que se falharmos na vida, virá castigo e morte para nós. O resultado é que passamos a cumprir os mandamentos por medo e não com alegria.
Uma das grandes verdades bíblicas é que temos um Deus que é muito mais amoroso do que guardador da lei. Ele é muito mais guardador de rebanhos do que guardador de livros. Ele é muito mais guardador de vidas do que guardador de preceitos. Então obedecemos a Deus não por medo, mas porque descobrimos um cuidado dele para com a nossa vida.
Deus é mais amoroso do que consistente. Muitas vezes Deus voltou com a sua palavra em nome do amor. Exemplos: Deus ia destruir Nínive, mas o povo se arrependeu e Deus voltou atrás com a sua palavra. Jonas se irritou com Deus, mas o amor de Deus foi maior que a sua promessa. Jesus esteve com uma mulher Cananéia e ela queria que ele atendesse a sua necessidade, mas o Senhor disse que não atenderia porque não poderia dar o pão dos filhos (judeus) para os cachorros (gentios). Ela insistiu pelas migalhas, então Jesus voltou atrás e atendeu a necessidade daquela mulher. Então, não precisamos obedecer a Deus por medo da lei, pois Ele joga fora a lei em nome do amor.
3- Quando olhamos para Deus muito mais como um Juiz do que como um Pai.
Desenvolvemos um conceito de juiz que não é o conceito hebraico, e sim o conceito de juiz grego e romano que são como os nossos juízes de hoje. O juiz hebraico era o patriarca e pai muitas vezes. Quando ia julgar uma causa, o juiz além de ser juiz era também um pai. Temos dificuldades em obedecer às leis de Deus porque entendemos que elas vêm de um juiz e não de um pai. Por que se torna pesado para nós servir a Deus? Por que ninguém gosta de leis e nem de ser mandado.
Vivemos numa sociedade onde as leis são feitas no congresso, então surgem os impostos. O imposto é uma imposição, é uma lei que surge de cima para baixo e temos que "engolir" e obedecer. Pensamos que as leis de Deus também são assim: "impostos". As leis de Deus não são uma imposição, mas é mais um conselho de um pai. Exemplo: Quando um médico diz para uma pessoa que tem câncer para ela não fumar porque poderá se prejudicar, isso não é uma imposição, é mais que isso, é um conselho.
Obedecemos ao Senhor não porque é uma imposição ou obrigação, mas porque temos um pai que deseja o nosso bem e nos alerta com amor sobre os riscos que podemos correr. Infelizmente vemos o Senhor como um juiz austero e duro que passa leis que nos são impostas, e não como um pai amoroso que deseja o nosso melhor.
4- Quando criamos mecanismos de defesa que desenvolvemos em nós mesmos.
Quando nos protegemos daquilo que somos fracos acabamos exigindo mais dos outros. Por exemplo, o que ora muito e trabalha pouco é impaciente com o que trabalha muito e não ora e vice-versa. Os nossos níveis de exigências se tornam cada vez mais intolerantes e nos tornamos menos misericordiosos. O resultado disso é que os nossos relacionamentos se tornam cada vez mais problemáticos, pesados e por isso muitos dizem que é difícil servir a Deus.
Como podemos viver uma vida cristã sem peso?
1- Nascendo de novo (vs. 1).
Precisamos ter uma nova experiência com Deus, nascer de novo. Nossa natureza precisa ser resgatada e restaurada no poder do Espírito Santo. O apóstolo Paulo declarou: "Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro" (Rm 8:36). Temos que nascer de novo todos os dias e sermos gerados pelo Espírito Santo de Deus todos os dias, e se não for assim a vida cristã ficará pesada, porque estaremos vivendo com valores passados numa nova realidade de vida. Não adianta colocarmos remendos numa nova realidade, colocarmos vinho novo em frascos velhos, mas o frasco precisa ser regenerado, remodelado e refeito.
O nosso grande problema é que tivemos uma experiência com Deus, mas essa experiência ficou para trás e não estamos mais no processo diário e contínuo de nascermos de novo no poder do Espírito Santo de Deus. A restauração da nossa natureza aos propósitos iniciais de Deus é o que torna os mandamentos leves.
2- Amando a Deus (vs. 2 e 3).
O amor torna tudo leve. Como podemos agradar a Deus? Dedicando tempo com Ele e não fazendo nada que saibamos que está errado, então agradaremos a Deus.
Quando amamos alguém ou alguma coisa tudo se torna leve, mas quando não amamos tudo se torna um desastre. O que é que Deus requer de nós? Que o amemos. "Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento" (Mc 12:30). "Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele" (Jo 14:21).
Quando amamos a Deus o nosso servir a Ele se torna leve. "Oh! quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia" (Sl 119:97). "Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração" (Sl 40:8).
3- Confiando no caráter de Deus (vs. 4).
Quando falamos sobre a fé, temos que entender que existem diversas dimensões: a fé que move montanhas, a fé que se confunde com esperança, a fé que ajuda o próximo, a fé que se confirma em obras, a fé que espera, e a fé que descansa no caráter de Deus. A única dimensão de fé que torna o nosso servir a Deus leve é a fé que descansa no caráter de Deus. Esta é a fé que vence o mundo e torna os mandamentos de Deus não penosos.
Quando Deus nos pedir alguma coisa, se não tivermos confiança no caráter dele, se não crermos que aquilo que nos pediu será para o nosso bem e uma proteção sobre a nossa vida, então iremos encarar essa orientação como uma "cobrança" e o nosso servir a Deus se tornará pesado. Mas se descansarmos no caráter de Deus, as orientações que Ele nos der não as receberemos como "cobranças", e sim entenderemos que Ele nos ama, que tem o melhor para nós e não quer nos ver destruídos e derrotados.
Por que andamos irriquietos? Por que os mandamentos de Deus se tornaram penosos para nós? Porque ainda não aprendemos a descansar em Deus. "Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera" (Is 64:4). "Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará" (Sl 37:5). O nosso grande problema é que tomamos as responsabilidades que são de Deus e tentamos resolver com as nossas próprias forças, então a nossa vida se torna uma desgraça e um desastre porque não confiamos no caráter de Deus.
Fé é descansar em Deus durante o tempo que for necessário. Qual é o maior aleijão que uma pessoa pode ter na vida? O medo. Qual é o melhor momento da nossa vida? É o agora. Qual é o maior erro que podemos cometer? É desistir. Qual é o maior inimigo que temos? Somos nós mesmos. Qual é a maior facilidade que temos? Criticar os outros. Qual é a maior necessidade que precisamos ter? O bom senso. Qual é o maior dom que podemos herdar de Deus? O perdão. Qual é a maior descoberta? É o caráter de Deus que nos ajudará a descansar que Ele nos levará até o fim da jornada e dará a coroa da vida aos que o amam. Os mandamentos do Senhor não são pesados!
"A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e ilumina os olhos. O temor do Senhor é limpo, e permanece eternamente; os juízos do Senhor são verdadeiros e justos juntamente. Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos" (Sl 19:7-10).
Deus abençoe!
Fonte: Guiame.com
fevereiro 14, 2011
“NEGAR A SI MESMO” — O QUE É?!

Lucas 9:23
A maioria das interpretações que se faz no meio religioso coincide em traduzir essa expressão dita por Cristo como se ela quisesse significar a negação e conseqüente repressão da satisfação de todos os apetites carnais, ou desejos instintivos, que quase sempre são considerados como inclinações para o mal. Tudo isso corrobora com aquilo que estava dentro dos limites da lei de Javé, e que para não ir contra a “lei de do amor de Deus” ou o amor aos homens, deveria ser negado.
“Conta o mito que o jovem Narciso, belíssimo, nunca tinha visto sua própria imagem. Um dia, passeando por um bosque, encontrou um lago. Aproximou-se e viu nas águas um jovem de extraordinária beleza e pelo qual se apaixonou perdidamente. Desejava que o jovem saísse das águas e viesse ao seu encontro, mas como ele parecia recusar-se a sair do lago, Narciso mergulhou nas águas, foi ás profundezas á procura do outro que fugia, morrendo afogado. Narciso morrera de amor por si mesmo, ou melhor, de amor por sua própria imagem ou pela auto-imagem".
O narcisismo é o encantamento e a paixão que sentimos por nossa própria imagem ou por nós mesmos, porque não conseguimos diferenciar um do outro. Freud criticava a humanidade em geral, pois nela, ele vislumbrava o narcisismo, essa bela imagem que os homens possuem de si mesmos, como seres ilusoriamente racionais e com a qual estiveram encantados durante séculos.
Nietzsche defendia que havia duas negações, quando assim escreveu: “existe a negação que encerra em si mesma a minha imoralidade. De um lado, eu nego um tipo de homem que até agora tem sido considerado como superior: o dos bons, dos benévolos, dos caridosos; de outro, contradigo uma espécie de moral que chegou a adquirir a certa preponderância, chamada mais claramente de a moral decadente, a moral cristã”.
O psicanalista Jurandir Freire via a presença do narcisismo no cristianismo, quando assim falou em uma entrevista concedida em 2003: “o pedido do tipo “seja tão perfeito quanto um dia você foi antes da queda” explica bem o funcionamento narcísico, o nosso velho e bom funcionamento narcísico. Eu diria quem dera que a gente continuasse nele em certos aspectos. Então eu sofria porque eu tentava decifrar o outro, e sofria ou então queria me transformar, e não sabia que eu chegava a um estado de perfeição que só podia imaginar como sendo da plenitude narcísica, que um dia eu havia tido”.
Ser um Narciso é ser alguém que está sempre se olhando concentrado em um espelho, e sua vida parece consistir em procurar unicamente seu reflexo no olhar dos outros. O outro não existe como indivíduo, mas apenas enquanto espelho. É bem verdade que muito do que passamos em nossas crises existenciais tem ligação com o narcisismo.
O embevecimento com a própria imagem levou Narciso a morrer afogado em “si mesmo”. Quando o desejo egóico de afirmar-se como o centro do universo, de ser reconhecido e admirado por todos, de ser o primeiro e o único, é sempre levado à frente em detrimento do outro, esse ser humano se isola, definha e morre em sua própria solidão.
P.S.: Diante do que foi exposto, ficam aqui, três questionamentos dirigidos aos leitores que se interessarem em fazer uma profunda reflexão sobre o que seria que Cristo queria dizer com essa emblemática expressão: “NEGAR A SI MESMO”.
1.O “Negar a si mesmo” (dito por Cristo) seria o mesmo que reprimir os desejos profundos e intrínsecos de nossa natureza em benefício de algo maior?
OU
2. Esse “Negar a si mesmo” significa simplesmente dizer NÃO ou um BASTA a esse encantamento narcísico, a essa bela imagem que fazemos de nós?
OU
3. Esse “Negar a si mesmo” diz respeito ao reconhecimento do nosso lado SOMBRA que, inconscientemente, projetamos no outro? Nesse caso, o “não negar a si mesmo”, seria o mesmo que não admitir o fato de que o comportamento “estranho” do outro, reflete o nosso eu interior coberto pela máscara social?
OBS: Para melhor entendimento, essa terceira opção poderia ser resumida da seguinte forma:
3. Será que esse “negar a si mesmo” não seria o reconhecer que o nosso eu interior está coberto pela máscara social?
Fonte: Blog Ensaios e Prosas
janeiro 04, 2011
Haiti (um ano depois do terremoto), mas a solidariedade continua.
MAIS – Missão em Apoio à Igreja Sofredora
Traduçao da letra:
Aquele que foi servo e se humilhou
Ensinou o que é amar o que é viver
Ele aprendeu por tudo que sofreu
Entregou a sua vida e amou até o fim.
Ô,Ô,Ô Chegou a hora de se levantar
E mudar toda a história deste lugar
Ô,Ô,Ô Chegou a hora de recomeçar
E viver a revolução do amor
O mundo se pergunta onde estava Deus
No desastre, sofrimento e na solidão?
Nós somos a resposta a este clamor
Ao dar a nossa vida e amar sem fim
Revolução do amor
Fonte: Púlpito Cristão
dezembro 27, 2010
Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado
As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição;
E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões.
Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados
(Dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra.
E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa,
Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados." (Hb 11:34-40)
dezembro 15, 2010
Socorro! Sou solteira e tenho medo de ficar para titia
No Brasil existem mais mulheres do que homens. No censo de 2007 o IBGE constatou que para cada 100 mulheres existem 99,6 homens. Entre os evangélicos, apesar de não possuir dados concretos que possam confirmar as minhas suspeitas acredito que existam muito mais mulheres em nossas igrejas do que homens, o que se pode nitidamente perceber em nossos cultos onde a esmagadora maioria dos frequentadores é do sexo feminino.
Fonte: Renato Vargens , Via Púlpito Cristão







