outubro 27, 2011
setembro 30, 2011
Cuidando de nossos pais

Amor é mais que a expressão de sentimento. Ele é melhor revelado em nossas ações.
Cuidar dos pais é um ato de amor e uma piedade no lar que agrada a Deus.
Paulo usou o modelo de uma família para descrever os relacionamentos na igreja. Timóteo deveria se dirigir aos membros anciãos como faria com um pai ou mãe, e aos jovens como irmãos e irmãs (1Tm. 5:1-2), e foi nesses termos também que ele falou sobre o cuidado pelas viúvas. Contudo, a igreja não deve assumir os deveres da família, e em particular o cuidado pelas viúvas: “… se algum crente ou alguma crente tem viúvas, socorra-as, e não se sobrecarregue a igreja, para que se possam sustentar as que deveras são viúvas” (v. 16). Por “deveras são viúvas” ele quer dizer viúvas que não tenham parentes vivos.
Piedade no Lar
Paulo descreveu cuidar das viúvas como cuidar da sua “própria casa” (v. 8). Ele deixou muito claro que a caridade da igreja nunca deve substituir a responsabilidade de um filho, ou mesmo de um sobrinho. Numa ordem patriarcal, onde famílias grandes viviam e trabalhavam juntos, uma tia era uma figura estendida da mãe e merecia um respeito correspondente. Essa responsabilidade familiar vem antes daquela da igreja, que se envolve apenas se não existe nenhum membro da família que possa assumir o cuidado. Como tudo da lei de Deus, esse requerimento envolvia uma bênção para a obediência e uma maldição para a desobediência.
A bênção prometida era que, aos olhos de Deus, o cuidado pelos membros idosos da família era uma “piedade no lar” (KJV) que Paulo nos assegura ser “bom e agradável diante de Deus” (v. 4, RC). Quando Deus nos dá a oportunidade de servir-lhe em obediência, isso é um ato de graça, uma bênção. Os fariseus, por distorcerem a revelação de Deus, constantemente se mostravam ignorantes nas questões de piedade. A idéia de piedade deles era aquela de uma demonstração pública para serem vistos diante dos homens (Mt. 6:1-18). Eles também pensavam que poderiam honrar a Deus na adoração, enquanto negligenciavam suas responsabilidades para com pais necessitados (15:5-6).
Pior que um Infiel
Há também uma maldição sobre aqueles que negligenciam seus deveres para com os pais. Paulo disse a Timóteo que não cuidar de um pai necessitado era negar a fé e ter um comportamento “pior do que o infiel” (RC).
Isso não deveria parecer duro se entendemos o imperativo do quinto mandamento. Quando Paulo escreveu a Timóteo sobre a responsabilidade dos filhos para com seus pais, era no contexto da relação do ministro com a congregação. Mesmo na situação difícil de uma repreensão necessária, o ministro não deveria esquecer a honra devida a essa pessoa como um membro na família de Deus. Nos tempos difíceis da idade avançada, enfermidade ou necessidade econômica de um pai, devemos da mesma forma ser diligentes em nossa responsabilidade de honrá-los como o quinto mandamento requer de nós. Afinal, Cristo veio para estabelecer a lei (Mt. 5:17). Como podemos honrar nosso Pai Celestial enquanto desonramos nossos pais terrenos?
Em adição a honrar o papel deles na economia de Deus como o quinto mandamento exige, devemos lembrar também do nosso débito de gratidão por nossa criação. Paulo menciona que nosso tratamento dos pais em necessidade é uma forma de “recompensar” ou reembolsá-los (v. 4). Como nós os tratamos quando precisam de nós diz muito sobre se verdadeiramente valorizamo-los e a nossa criação. A avareza para com nossos pais revela uma ingratidão egocêntrica.
À medida que os nossos pais envelhecem, há uma reversão no papel de oferecer cuidado. Deveríamos ver isso como uma honra de recompensá-los pelo cuidado que nos deram como crianças. Maria, irmã de Marta, uma vez honrou a Cristo ungindo os Seus pés. Nicodemos e José de Arimatéia honraram-no enterrando Seu corpo com o que era uma pequena fortuna em mirra e aloés. Algumas vezes nosso maior método de honrar nossos pais pode envolver demonstrações físicas, embora diferentes.
Honrar um pai frágil e necessitado é um amadurecimento final do nosso relacionamento com eles, pois é o nosso último papel como filho que devemos cumprir. E devemos entender que a papel de um filho não termina na maioridade, mas sempre existe enquanto os pais viverem. É honroso mostrar aos nossos pais o quanto aprendemos deles
Alguns anos atrás, deparei-me com um livro de história infantil de Robert Munsch chamado Love You Forever [Amo Você para Sempre]. Ele fala de uma mãe que carregava seu filho pequeno para a cama todas as noites e cantava uma canção: “Eu te amarei para sempre”. No final da história, com a idade avançada, a mãe está muito fraca para cantar para o seu filho, de forma que ele é quem a carrega para a cama, e canta aquela canção. Eu dei uma cópia ao meu filho, e uma à minha filha mais velha, e tenho ainda outra cópia para a próxima.
Amor é mais que a expressão de sentimento. Ele é melhor revelado em nossas ações. Cuidar dos pais é um ato de amor e uma piedade no lar que agrada a Deus.
Fonte: Faith for All of Life, Março/Abril 2006, p. 23 Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto
setembro 21, 2011
Cuidado Cristãos
“Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca procedem o conhecimento e o entendimento”. (Pv 2:6)
“Mas vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção”. (I Co 1:30)
“Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria, não se sujeitaram à justiça de Deus. Pois Cristo é o fim da lei para justificar a todo aquele que crê”. (Rm 10:3-4)
Fonte: Ministério dos Jovens
agosto 16, 2011
Traição à moda Teen
Fonte: Arte de Chocar
junho 03, 2011
Falta de paciência com os filhos

A pedagoga cristã Cris Poli, a Supernanny do SBT, disse em entrevista para revista Enfoque Gospel no mês de julho que a direção correta em se tratando de educação é buscar um equilíbrio. "Teve uma época em que a educação era muito rígida, nada era permitido, os valores morais eram outros. Depois, veio uma época de reação contrária: tudo é permitido, a criança é livre para escolher. Mas isso também não deu certo, porque veio a rebeldia, a violência e uma série de coisas que os pais não conseguiram controlar", afirmou.
A psicóloga mestre em educação Elaine Cruz, explica que quando um casal costuma perder sempre a paciência para lidar com um filho pequeno é porque existem dois fatores que antecederam o problema. "Primeiro é preciso pensar em qual é a visão que os pais tinham sobre infância, pois existe casal acreditando que as crianças serão sempre como aquelas da TV, bonitinhas, comportadinhas, como se todo mundo viesse formatado para ser obediente, e criança não é assim, cada filho é de um jeito", explica.
Elaine continua dizendo que uma segunda questão é o quanto eles conversaram a respeito deste filho antes dele nascer. É importante que os dois decidam quais serão as regras e os limites. "Um dos cônjuges vai dizer que passou a infância inteira brincando solto na rua e o outro vai lembrar que foi criado cheio de limites e sequer dormia fora de casa. Então, isso precisa ser discutido, porque quando a criança nasce deve-se saber muito bem o que vai ser permitido ou não para ela".
A especialista chama a atenção para outro fator que pode atrapalhar esta situação, que é a interferência de parentes. Muitas vezes, uma sogra ou um tio, normalmente pessoas que moram bem perto e costumam participar ativamente desta educação, criando uma confusão neste relacionamento entre pais e filhos. Para ela, isto se torna complicado e preocupante, já que as regras são diferentes em cada família. Ela lembra que isto tudo deve ser resolvido antes que a criança nasça. "A partir daí, quando já se sabe a concepção de infância, fica muito mais fácil. E provavelmente eles não serão impacientes", afirma.
De acordo com a psicóloga, no caso de nada disso ter sido feito e a impaciência ter se alojado, é preciso "frear" a situação. "Deve-se parar de brigar com essa criança e começar a entender o que significa infância para os dois. Seria manter o filho trancado no quarto estudando de perninha cruzada? deixar essa criança viver, brincar, correr... ou um meio termo, usando um equilíbrio? Isto seria o ideal. Partindo daí os dois precisam conversar sobre quais regras irão impor para essas crianças e quais limites serão colocados ,e em seguida aplicá-os mesmo que já se trate de um adolescente".
Elaine diz ainda que as vezes é preciso reconhecer a falha que tiveram neste processo. Além disso tudo, a psicóloga destaca uma outra vertente. Talvez o problema esteja no casal e os dois estejam descontando esta sobrecarga na criança. "É preciso pensar: Será que não estou com raiva do meu marido e colocando meu filho contra ele? Será que sexualmente não estamos nos dando bem, isso está nos fazendo mal e trazendo irritações? Será que o nosso casamento não precisa de algum tipo de ajuste? Será que não precisamos conversar mais rir mais? Talvez o o filho esteja muito tempo no quarto e esteja funcionado como alguém que separa pai e mãe.", orienta.
Segundo ela, além dessas situações, podem haver outros fatores como: trabalhar muito, se estressar, não ter um lazer e não dormir o suficiente. Enfim, alguma coisa nessa relação não vai bem, esclarece Elaine afirmando que existem três pontos cruciais neste assunto: Concepção de infância e filho, determinação de limites e regras e cuidados para que o casamento vá bem. Afinal, quando o relacionamento dos dois não está dando certo, fica complicado lidar com insatisfação conjugal juntamente com as necessidades do filho. "Afinal, ele geralmente não vai ser daquele padrão que se imagina e isso é muito bom, porque somente assim é que se aprende com as indiferenças", conclui.
A programadora musical Claúdia Corrêa, mãe de Daniel e Samuel, de 4 e 2 anos respectivamente, diz que manter a paciência é complicado, principalmente para as mulheres que trabalham fora. "Quando chego em casa as crianças estão bem "agitadas" e querendo atenção o tempo todo....mamãe vamos brincar? aí eu tenho que largar as tarefas domésticas para ficar um pouco com eles e ajudar o mais velho nas tarefas escolares de casa.
Depois que meu marido chega do trabalho tenho que dividir as atenções e as vezes, não consigo conversar com ele, antes dos meninos dormirem. Mas isso faz parte, eles são uma bênção. Eu sempre desejei ser mãe, eles são o meu presente de Deus. A pior parte é quando eles brigam, aí respiro fundo, muita calma nesta hora, mas têm momentos em que só param quando grito....eu sei que é errado.....mas, as vezes é preciso", afirmou.
Fonte: Elnet
junho 01, 2011
Tipos de Pai Parte II - Por Cris Poli

Pai exagerado em quase tudo
Todo exagero é negativo. As atitudes dos pais na educação dos filhos deve ser ponderada e mantida em equilíbrio para poder agir da maneira correta. A supervalorização das situações dão uma visão errada do que está acontecendo na realidade. Ore e peça a Deus sabedoria para avaliar os diferentes acontecimentos.
Pai rigoroso
Pais precisam ser fi rmes com seus filhos, mas fl exíveis também e cheios de amor e compreensão. O rigor é um extremo da fi rmeza que deve ser administrado da maneira correta. Leia a Bíblia e procure momentos de firmeza nas atitudes de Jesus, mas longe de ser rigoroso. O que você semeia, isso também colherá.
Pai passivo, fraco
Filhos precisam ter um referencial de pai atuante, forte em Jesus, que possa e saiba orientá-los e aconselhá-los quando eles precisam. Toda passividade dá lugar para que outros se levantem em seu lugar e tomem sua posição na educação dos filhos. A fraqueza é sinônimo de omissão. Ore e se fortaleza em Deus, busque em Jesus a verdadeira fortaleza que fará de você um pai exemplar.
Pai violento
Violência gera violência. O pai violento terá fi lhos violentos e, com o tempo, os pais não saberão como controlar essa violência mesmo dentro de casa. A violência pode ser física, verbal, moral ou de qualquer outro tipo. Lembre-se de que seus filhos aprendem com seu exemplo. Eles são observadores e imitadores do comportamento dos pais.
Pai debochado
O deboche não é o melhor exemplo para os fi lhos porque ao observar o pai e aprender essa maneira de agir, irão reproduzir a mesma atitude por onde forem. A oração é o melhor remédio para tomar consciência disso e corrigir, sempre seguindo o modelo de Jesus.
Pai vaidoso
Sempre que essa vaidade não for exagerada, essa atitude, quando bem direcionada, pode dar um bom exemplo aos fi lhos. Ao ter um pai que goste de se vestir bem, de escolher a roupa com cuidado, de cuidar de sua aparência, os fi lhos, certamente, seguirão esse exemplo. Mas cuidado com os exageros, seja moderado!
Pai carinhoso
Que maravilha! É tudo o que os filhos precisam para poder ter a atenção e a expressão do amor que o pai sente. Esse pai, com certeza, dedica tempo para estar com seus filhos, brincar com eles, conversar e conhecer cada um deles. Continue assim.
Por Noemi Vieira
Revista Enfoque Gospel
maio 30, 2011
Como manter o filho na igreja II

PARTE II
DIÁLOGO É FUNDAMENTAL
A experiência de Gerson e Aline também mostrou que o diálogo franco e honesto, desde criança, estabelece um vínculo saudável entre pais e filhos. No entanto, muitos resistem à idéia da conversa aberta com medo de perder controle e autoridade. Não gostamos de ser questionados por filhos e nem que eles apontem nossos erros. Mas eles precisam compartilhar conosco suas experiências, problemas, expectativas, anseios, medos, frustrações, decepções, segredos, alegrias, etc., explicou o pedagogo e escritor Marcos Tuler, chefe do Setor de Educação Cristã da Editora Casa Publicadora das Assembléias de Deus (CPAD).
Outro ponto relevante nessa caminhada de ensino aos filhos é a imposição ou indiferença dos pais em relação ao pensamento dos filhos , que pode causar um sentimento de distanciamento e descrédito. É preciso, antes de tudo, respeitar o que os filhos pensam.
Esse é o princípio do livre arbítrio. O pastor Josué Gonçalves, escritor especializado na área de família, mostra que o diálogo produtivo entre pais e filhos, no que se refere ao Evangelho, ocorre quando os pais respeitam o direito dos filhos de escolher. Ele afirmou que pais podem convencer o filho com a verdade, se esta verdade não for imposta.
Mas a etapa mais difícil de criar os filhos deságua na tão discutida adolescência. É nessa fase, ressaltou Marcos Tuler, que os filhos têm muitos conflitos emocionais, são inseguros e inconstantes. E porestarem passando pelo período de maior abstração e reflexão dos conhecimentos recebidos, são facilmente influenciados pelas filosofias anticristãs. É também o que confirma a experiência do pastor Edílson Lopes e sua esposa Regina Sartori, da Assembléia de Deus, em Arenápolis (MT), que são pais de três filhos: João Ricardo (18 anos), Keren (16) e Filipe (19). Todos atingiram a fase da adolescência quase simultaneamente. Segundo Lopes, conseguir mantêlos na igreja foi uma tarefa difícil, mesmo com sua vocação pastoral.
É também na fase da adolescência que o exemplo dos pais em relação à prática da fé cristã é colocado à prova. Para a jovem Keren Sartori, a conduta dos pais foi de fundamental importância para que ela continuasse nesse caminho quando se sentiu frágil. Foi difícil passar pela cobrança da igreja, mas minha mãe e meu pai sempre conseguiram me mostrar o que é ser crente. É muito além de ir à igreja. E isso me ajuda a permanecer na fé e a querer me parecer com ele, reconheceu. Ou seja, os atos precisam condizer com o discurso dentro de casa. Se os pais estão convictos de sua fé, os filhos se sentem seguros e desejam acompanhá-los em suas escolhas e decisões.
Noemi Vieira
Revista Enfoque Gospel
Continua...
maio 27, 2011
Como manter o filho na igreja I

PARTE I
O assunto adquire grande destaque. Até porque, biblicamente falando, existe uma responsabilidade dada aos pais sobre a continuidade dos valores cristãos dentro de casa, conforme o trecho em Provérbios: Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele. Neste tempo, a missão de educar um filho segundo os princípios cristãos e fazê-lo permanecer na fé depois de adulto continua valendo, embora essa tarefa seja cada dia mais complexa. Influências diversas dos meios de comunicação, das escolas, da internet, etc., podem provocar desvios de comportamento, gerando mudanças de interesse e de atitudes. Nesse sentido, é fundamental descobrir a resposta para uma questão: qual o método mais eficaz para criar os filhos dentro da igreja?
A INFÂNCIA
Não há uma regra única e infalível para responder à pergunta, mas psicólogos, educadores, pais e pastores concordam em, pelo menos, um ponto: tudo começa na infância. Até os 7 anos, a criança está em formação da sua personalidade. A criança pequena é como uma esponja, pois absorve tudo o que lhe é ensinado. O que aprende nessa fase, vai levar para o resto da vida. Quanto mais cedo conviver com a idéia de Deus, certamente isso será apreendido de forma mais profunda, explicou a psicóloga Elizabeth Pimentel, autora do livro O poder da palavra dos pais (Hagnos).
O casal Gerson e Aline Daminelli, membros da Igreja Batista e pais de Camila (18 anos), Priscila (16) e Isabela (7), é exemplo de como a educação religiosa durante a infância pode ser eficaz. Ambos são frutos de lar cristão e, assim como aprenderam com os pais, começaram a educar suas filhas no cristianismo desde cedo. Num primeiro momento, a gente sempre as levava, incentivava e acompanhava à igreja. Quando elas emburravam, a gente obrigava, sempre mostrando a elas o prazer de ir à Casa do Senhor, afirmou Aline.
É claro que esse processo não aconteceu automaticamente. Uma das estratégias para conseguir manter a família unida numa mesma fé foi, segundo o casal, a confiança estabelecida com as filhas. Nossa relação com as meninas é de extrema confiança. E isso é coisa que se conquista. Você vai acompanhando, educando, participando, ouvindo e deixando com elas a tomada de decisão em relação às questões da vida. Gerson também diz que a imposição não é usada, mas, sim, o aconselhamento.
Noemi Vieira
Revista Enfoque Gospel
Continua...
maio 26, 2011
Tipos de Pai Parte I - Por Cris Poli

Quem se dirige a eles é Cris Poli, a educadora mais conhecida do Brasil, a Supernanny, colunista também da Enfoque. Toda semana, em seu programa de TV, esta serva de Deus orienta homens e mulheres sobre deveres e prazeres em família. Nos momentos de crise, brigas, insatisfações, dúvidas e necessidade de perdão, pais e filhos sentem-se sem rumo. É preciso apoio emocional, profissional e ... espiritual.
Quem é pai de verdade sabe da importância de seu papel na vida de um ser que está em formação. Mas, não existe apenas um tipo de pai, mas vários. Nem sempre, alguns tipos são exemplares. Muitos são carentes de apoio e instrução. Outros são razão para alegria dentro de casa. Por isto, Cris Poli escreve diretamente àqueles mais comuns e que precisam apenas de uma palavra especial para o pai.
TIPOS DE PAIS:
Pai omisso
O pai é uma figura muito importante na família e diante dos filhos. Eles precisam ouvir sua voz, suas opiniões, seu posicionamento nas diferentes situações. Ele é referencial para os fi lhos, principalmente, filhos homens. Se eles se omitirem, os filhos irão buscar esse referencial em qualquer outro lugar porque precisam disso.
Pai machão
Talvez esse tipo de pai tenha tido como referencial um pai machão. Mas se hoje ele conhece a Deus, pode mudar essa atitude para com seus filhos, mesmo que não tenha vivenciado uma experiência boa com seu pai. Os filhos precisam de um pai com o caráter de Jesus e isso é possível aprender estudando a Bíblia e orando.
Pai pedófilo
Esse tipo de pai precisa procurar ajuda de um profi ssional para se libertar dessa maldição. Praticar a pedofi lia é inaceitável em qualquer caso, não somente em pais crentes, além de ser crime.
Pai preguiçoso
A preguiça é um mal do qual devemos nos livrar, tomando consciência do quanto é prejudicial para nossas vidas e como é um mal exemplo para os filhos. A preguiça é contagiosa e, muito provavelmente, pais preguiçosos têm fi lhos preguiçosos, já que filhos são imitadores das atitudes dos pais. Tome consciência, ore e se liberte!
Pai rancoroso e irado
O rancor e a ira são contraproducentes na hora de educar os filhos e estabelecer um relacionamento amável em casa. O rancor dá lugar ao ódio, à amargura. A ira dá lugar ao furor e leva a ter reações das quais nos arrependemos mais tarde. É necessário deixar o ódio e abandonar o furor para não dar lugar ao pecado que nos separa de Deus e não nos permite assumir com consciência a responsabilidade de educar os fi lhos diante de Deus.
Revista Enfoque Gospel

